Dimensões do facebook

O Facebook é uma ferramenta importantíssima para o marketing digital da sua empresa e é necessário que você saiba usá-la da melhor forma possível. E pra te ajudar nessa missão, vamos te dar um guia rápido dos formatos de imagem do Facebook.

 

Primeiramente, por quê saber esses formatos?

Manter a qualidade das suas imagens no meio digital te ajuda a passar credibilidade e confiabilidade para seu cliente. Sabendo os formatos padrão, você evita que sua imagem fique em baixa resolução, ou que fique reduzida, e assim dificulte a leitura das informações, entre outros problemas que podem ocorrer.

Então vamos para o que interessa!
Primeiramente você precisa saber que o ideal é que suas imagens estejam em PNG com resolução mínima de 72 pixels por polegada e em RGB.
(Não sabe o que é PNG? Esse vídeo aqui pode te ajudar!)

(Também não sabe o que é RGB? temos outro vídeo!)

Quais as dimensões?
Para a facecapa, sua imagem deve ter 820 pixels de largura e 312 pixels de altura. Para o avatar, as dimensões mínimas são de 180x180px, mas indicamos que você utilize as de 360×360. Não se preocupe que o Facebook fará a adaptação do formato neste caso.

“Mas Marina, no aplicativo do Facebook do meu celular a minha imagem fica cortada!! E agora???”
Calma, calma. Se você quiser dar preferência para a visualização da sua imagem no Facebook mobile, você deve utilizar as dimensões de 820px de largura e 462px de altura.

 

“E para as minhas postagens??”
Para os posts, o Facebook disponibiliza três diferentes formatos: um quadrado de 600x600px; um em widescreen de 1200 x 630px; e os posts em medidas de 1000px de largura e 1300px de altura.

 

E então, ficou alguma dúvida? Entra em contato com a gente!
E se precisar de mais algumas dicas pro seu Facebook, esse vídeo pode te ajudar (:

Comunicação Digital e os veículos noticiosos no Brasil

Hoje, você verá como cada mídia trata a informação e como a comunicação digital influi neste tratamento. O enfoque será nos veículos noticiosos que, por natureza, servem de suporte para o trabalho de todos os comunicadores.

Fato e Notícia

Pergunte para um jornalista o que é notícia e certamente você terá dezenas de respostas. Matéria-prima do trabalho jornalístico, a notícia também é responsável pela caracterização ideológica e comercial de um veículo de comunicação. Um jornal que proclame que faça notícias para toda uma população se diz um jornal plural, sem bandeiras políticas ou ideológicas.

Por princípio, Horkheimer, Adorno e grandes autores da Teoria de Frankfurt afirmam que um meio de comunicação está ligado ideologicamente a uma classe, por isso, é importante desmontar esse mito da imparcialidade, que é uma fórmula para garantir a saúde econômica de um veículo.

Os veículos “vendem” a notícia, não só na forma de pagamento direto (compra de jornal, revista), mas principalmente pela venda de anúncios nos espaços entre essas notícias. Quanto “melhores” as notícias, maior o índice de audiência e, consequentemente, maior a verba publicitária. Todo meio de comunicação está atrás de maiores índices de audiência.

Uma das maneiras de se obter maiores índices é conseguir notícias que sejam mais próximas, mais significativas e apresentem maior novidade para o receptor. Nem todo fato é notícia. Os fatos são os acontecimentos do dia-a-dia e se tornam notícia quando um meio de comunicação os seleciona e os trata de forma a torná-los produtos de consumo do receptor. Outra forma é não segregar o público. Jornais que assumem bandeiras ideológicas geralmente são lidos por quem concorda com essas ideias. Finalmente, é preciso garantir o funcionamento do mecanismo da indústria: prazos mais curtos na elaboração do produto (notícia), com menos erros (política de qualidade) e destaque para assuntos de interesse amplo.

O uso do lead acelera o processo industrial, pois além de ser uma “receita”, facilita a edição dos textos, que podem ser cortados pelo pé, já que a notícia está no topo. Se você quer aprender mais sobre a técnica do lead, clique aqui.

Porém, se todo meio de comunicação é um aparelho ideológico e as técnicas do jornalismo “informativo” tentar disfarçar essa ideologia, é preciso recorrer a análises mais profundas para reconhecer a ideologia na comunicação jornalística.

A análise de Pierre Bourdieu

Considerado um dos maiores sociólogos de língua francesa das últimas décadas, Pierre Bourdieu é um dos mais importantes pensadores do século 20. Sua produção intelectual, desde a década de 1960, estende-se por uma extensa variedade de objetos e temas de estudo. Embora contemporâneo, é tão respeitado quanto um clássico. Crítico mordaz dos mecanismos de reprodução das desigualdades sociais, Bourdieu construiu um importante referencial no campo das ciências humanas.

Pauta consensual – Para Bourdieu, a informação que chega ao receptor é homogeneizada, pois todos os veículos de comunicação sofrem as mesmas restrições, são orientados pelas mesmas pesquisas de opinião e audiência e têm os mesmos anunciantes. Os jornalistas se informam com outros jornalistas. O que é notícia na TV deve, quase obrigatoriamente, ser notícia no rádio, no jornal, no semanário, na Internet, pois um veículo não pode deixar de noticiar o que outro noticiou.

Assuntos-ônibus – De acordo com Bourdieu, são assuntos que não chocam a ninguém, mas que interessam a todo mundo. Não envolvem disputa, não dividem, não tocam em nada de importante e que formam consenso. São as chamadas notícias de variedades e pode-se incluir o esporte entre elas. Para Bourdieu, se o tempo (ou o espaço), tão vitais no jornalismo, são preenchidos com temas tão vazios, é porque estas futilidades ocultam “coisas preciosas”.

Teóricos portugueses da Comunicação

Os estudos sobre o porquê de as notícias serem como são se desenvolveu muito em Portugal e também no sul do Brasil, especialmente Santa Catarina e Rio Grande do Sul, cujas editoras publicaram livros de Nelson Traquina e Jorge Pedro Souza que, ao lado de Mauro Wolf, são exemplos da qualidade da análise portuguesa.

Nelson Traquina reuniu as teorias da notícia e apresenta uma distinção entre as que caracterizam o jornalismo como espelho da realidade e as que entendem que o jornalismo constrói as notícias. Entre essas, pode-se destacar: gatekeeper, newsmaking, organizacional e ideológica.

A teoria do gatekeeper foi a primeira que diagnosticou os filtros na comunicação. Ou seja, que entre os fatos e os leitores/ouvintes/telespectadores há filtros que selecionam o que deve ser comunicado. Por essa teoria, são os jornalistas, por critérios subjetivos e arbitrários, que selecionam o que é notícia.

A teoria organizacional pressupõe que os filtros não são feitos só pelos jornalistas, mas principalmente pelas normas da empresa jornalística: manuais de redação e rotinas administrativas formatam o conteúdo dos meios de comunicação. Já pela teoria ideológica, as notícias seriam resultado de interesses políticos e ideológicos dos proprietários dos meios de comunicação.

O newsmaking entende que as notícias são resultado das rotinas organizacionais criadas pelos jornalistas para dar conta dos imprevistos diários de uma redação. O processo de produção da notícia é planejado como uma rotina industrial. Os veículos de informação devem cumprir algumas tarefas neste processo:

  • Reconhecer entre os fatos aqueles que podem ser notícia (seleção).
  • Elaborar formas de relatar os assuntos (abordagem/ angulação).
  • Organizar, temporal e espacialmente, o trabalho, para que os acontecimentos noticiáveis possam ser elaborados de maneira organizada.

Os critérios utilizados para a seleção, organização e elaboração dos fatos são chamados de valor-notícia.

Comunicação Digital

A prensa de Gutenberg gerou tantas possibilidades de difusão, propagação e fixação de conhecimentos que, mais de cinco séculos depois, seus efeitos ainda são estudados. Da mesma forma, aconteceu com o invento do telefone, do rádio e da televisão. Ao fazer uma análise da linguagem de cada uma dessas mídias, chega-se à conclusão de que cada novo meio que se estabelece como meio de comunicação de massa, altera profundamente o modo de produção da comunicação dos meios anteriores e assimila as inovações de cada um deles.

Pense como eram as informações do jornal antes e depois do rádio. A agilidade do rádio tirou do jornal o ineditismo. Os veículos impressos foram obrigados a dar mais detalhes do assunto. Com a chegada da TV, o rádio perdeu para a notícia com imagem. Não bastava ao rádio divulgar o fato, mas divulgar com rapidez. Os repórteres ganharam as ruas com equipamentos móveis para ser os primeiros a chegar e transmitir o acontecimento. Ao jornal mais uma vez coube o papel de apurar ainda mais o fato, para no outro dia trazer detalhes que os veículos eletrônicos não tiveram condições de transmitir, pelo fator tempo. Não demorou também para que o jornal assimilasse o uso de fotos coloridas para concorrer com o carnaval de imagens proporcionado pela televisão.

A chegada da Internet não foi apenas uma fusão das mídias. A comunicação digital pode muito mais do que transmitir, juntos, o texto na tela, vídeos e áudios. Graças ao hipertexto, três novas características foram incorporadas à comunicação:

Interação do público com o meio. A interatividade não acontece apenas no envio de e-mails com comentários. O público pode escolher quais assuntos e em qual ordem serão “consumidos”. Como não há um começo, meio e fim, o internauta decide e monta sua própria “leitura”. A este processo dá-se o nome de não-linearidade.

Uso de links. Se o conteúdo não couber no espaço definido, basta transformar o conteúdo extra num hipertexto, que pode ser acessado pelo clique do mouse na palavra, expressão ou imagem hiperlincada. É o fim do limite de espaço.

Agilidade de atualização. Uma informação foi ao ar e é preciso corrigi-la. Basta acessar o código, e em poucos segundos cores, layout e textos são modificados, fotos, vídeos e áudios, inseridos. Isto permite coberturas ágeis quase em “tempo real”.

Essas novas características revolucionaram os meios de comunicação. A não-linearidade e a interatividade obrigaram o rádio, a TV e os meios impressos a proporcionar soluções para interação, mínima que seja. O fim do espaço proporcionado pelo hipertexto levou os meios impressos a se especializar ainda mais na apuração, da mesma forma que o rádio teve de ser ainda mais ágil, com coberturas com helicópteros, e a TV assimilou recursos gráficos para explicar os assuntos. Por fim, a agilidade de atualização é impossível nos outros meios. Depois que os impressos vão para os leitores, depois que os programas vão ao ar, não há como corrigir o que já está feito. Com a comunicação digital, um erro detectado ou uma nova informação são colocados imediatamente, muitas vezes, sem que o internauta perceba.

A democratização do acesso à Internet ainda pode ser lenta, mas aos poucos vai tomando conta dos brasileiros. Basta ver o que aconteceu com os celulares. Outros setores da sociedade estão se adaptando à era digital. Esta aula que você faz agora é criada em hipertexto. Graças a essa tecnologia você pode acessar conteúdos extras que não caberiam numa apostila tradicional e, principalmente, organizar seus estudos a partir do local de sua escolha. É uma revolução, sem dúvida.

Todas essas características se aplicam também à TV Digital. Portanto, ao se informar sobre o assunto, tome cuidado para não cair na simples discussão sobre qualidade de imagem. A TV Digital é bem mais do que isso. Ao mesmo tempo em que se assiste a um programa, pode-se ler mais sobre algum tema, adquirir produtos e interagir com os produtos, tudo com o controle remoto.

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O que você precisa saber sobre marketing para não parecer um idiota

Estou voltando do RD Summit 2016, o maior evento de marketing e vendas da América Latina, cheio de ideias, novas formas de encarar antigos problemas e muito, muito preocupado com o seu futuro.

E é assim, de frente para o portão 234 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, que começo a nossa conversa sobre o novo marketing.

Assisti a muitas palestras de dicas de planejamento de conteúdo para mídias digitais até sobre como ser mais produtivo sem infartar. Mas existe algo em comum entre elas*

*Essa dica vou deixar para o final deste texto.


A abertura do evento foi conduzida por Marcos Piangers (Palestrante sobre tecnologia e inovação, criatividade e paternidade, escritor do livro best seller O Papai é Pop), que fez uma acolhida bem calorosa e conseguiu se conectar bem com a plateia.
RD Summit

Uma das coisas que ele falou que mais me chamou a atenção foi sobre a evolução do marketing. Nessa hora percebi o quanto precisamos falar mais sobre marketing. Henry Ford ( você sabe quem é, certo?) tem uma frase que ilustra muito bem como era o marketing 1.0:

“Você pode escolher qualquer carro; desde que seja preto”

Apenas para nos situarmos mais. Em inglês, market significa mercado e Marketing pode ser entendido como mercadologia (por sinal este era o nome de uma matéria que tive na faculdade, com o professor Marcelo Magalhães), um estudo das causas, objetivos e resultados que são gerados através das diferentes formas como nós lidamos com o mercado.

Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro. Ele aponta quais os segmentos que a empresa é capaz de servir melhor e que projeta e promove os produtos e serviços adequados. Philip Kotler – Marketing Management

Com a chegada da revolução industrial, e o avanço da maravilhosa máquina de Gutenberg (prensa/jornal), a informação começou a ganhar velocidade, possibilitando uma melhor otimização dos esforços em marketing para encantar os clientes.

Essa mudança no marketing foi tremenda, marcada por um aumento considerável na abordagem ao cliente em potencial; comerciais de TV, Jornais, Rádio, revistas etc. O que não faltava eram possibilidades de desviar a atenção das pessoas para algo extremamente focado em vendas:

Percebeu a parte que eu digo “desviar a atenção” mais acima?

Vai dizer que você se sente bem ao ser abordado por um vendedor de cartões da C&A no segundo passo ao entrar na loja, ou assistir um filme que é tão cortado em partes (por causa dos comerciais) que a emissora precisa informar o título a cada recomeço pós intervalo.

Se você se sente incomodado com esse tipo de abordagem, chamada de marketing de interrupção, fique feliz: O NOVO MARKETING está aqui para ajudar.

Philip Kotler deu o nome de Marketing 3.0 para uma nova era (liderada pelo avanço da internet) na qual o objetivo não é mais (apenas) vender. Estamos falando em tentar entender qual a dor do cliente, o que ele deseja saber e como a minha empresa pode ajudar.

E isso deve estar ligado diretamente ao propósito da empresa. O cliente tende a se aproximar mais da sua marca/produto quando o seu propósito está alinhado com o dele. Não acredita?

Tente lembrar o que o impulsionou a arriscar e empreender algo novo, que fosse do seu jeito e com a sua cara.

Caso você não se lembre, pare tudo e reflita: neste momento, qual a razão de existir da sua empresa?

Para te ajudar a responder temos ferramentas poderosíssimas como pesquisas de satisfação, o quadro da Proposta de Valor, o desenvolvimento de público-alvo que… Ah, pera.

Vamos falar um pouco sobre como você está pensando ERRADO a respeito do que é um público-alvo de fato.

Antes, no marketing antigo, ao definirmos o público-alvo tínhamos algo muito parecido com isso:

  • Homens, 30-55 anos,
  • com renda aproximada de R$ 10.000,
  • dois filhos e residente de Belém do Pará;

Hoje, ficou um pouco diferente:

  • Pessoas que tenham interesse em __________________(insira aqui o segmento macro do seu negócio. Ex: comidas, esportes, investimentos etc);
  • Quais são as suas dores, expectativas (pessoais) e anseios?
  • Como minha empresa pode ajudar essa pessoa a ser alguém melhor?

Eu recomendo muito que você trabalhe com a seguinte tríade para a sua gestão estratégica de conteúdo. Siga estes passos ANTES de por suas ações no ar:

  1. Defina sua persona;
  2. Crie o mapa da empatia dela;
  3. Desenvolva um calendário com foco em resolver os problemas desta persona.

Como fazer cada uma destas etapas? Falaremos em breve, mas o que importa mesmo é entender o que a sua persona quer/faz no digital e como a internet reage a isso; o que nos leva à palestra do Will Reynolds sobre “Human Driven Search”

Fantástica palestra do @wilreynolds sobre SEO, comportamento do usuário e buscas #vindi2i #rdsummit

Uma foto publicada por Diego Santos (@diegopir2) em

Wil Reynolds é uma das referências mundiais em SEO (técnicas que fazem seu site ser mais facilmente encontrado pelo Google). O cara tem mais de 15 anos de experiência no assunto e é muito conhecido por ter criado a agência de marketing digital SEER Interactive. Essa agência é muito bem vista lá fora e tem alguns clientes como Despegar.com, Linkedin, Harvard University e Aweber. Nada mal, hein?

A palestra dele no RD Summit 2016 foi muito edificante para mim, pois SEO é uma área do marketing digital que me encanta muito e também me fez abrir mais a mente sobre o quanto a otimização de sites para mecanismo de busca pode ser vital para gerar resultados de negócio.

As ideias de Wil Reynolds convergem com o que nós acreditamos na Vindi. Ele foca muito as suas táticas de marketing em resultados reais, ao invés de se preocupar com resultados intermediários.

Por exemplo, se você trabalha no marketing de uma empresa de contabilidade e gera muitos links em outros sites, aumentando assim a quantidade de visitantes, você precisa que estes visitantes convertam em Leads (contatos qualificados) ou clientes. Se isso não acontecer esta ação não pode ser considerada bem sucedida, mesmo que aumente a quantidade de visitantes ou o seu ranking na busca orgânica do Google. É o que ele chama de “Real Company Stuff” (Coisas Reais de Empresas), deixando bem claro o foco do seu trabalho em resultados com impacto real em detrimento de resultados irrelevantes.

Uma coisa bem legal que foi abordada na palestra dele foi sobre o que NÃO funciona em SEO!

Primeiro, o Google realiza mudanças frequentes para sempre dar prioridade ao site que entrega o que realmente o visitante está procurando, e penaliza duramente os que usam a malandragem para “burlar ” o sistema; as famosas link farms (Um Link Farm se caracteriza quando se cria um grande grupo de páginas, todas com links para o mesmo site e, provavelmente, com o mesmo texto âncora, com o intuito, obviamente, de manipular o posicionamento de um site para o termo usado no texto âncora nos resultados de busca).
Wil cita ainda outras práticas bastante usadas que podemos parar, como por exemplo:

 

  • Meta Tags no HTML, que ainda são muito usados nos planos de SEO com promessas de aumento de tráfego rápido, mas não é tão útil como já foi um dia =/
    Compra de links:
    Prática de spam para gerar links de outros sites
    Foco em quantidade de links que não tenham nenhuma relação com o seu site

 

Segundo Will, essas práticas ou não são úteis, ou são tão mal vistas pelo Google que ele te penalizará e seu site pode deixar de aparecer na busca orgânica.

Na visão de Reynolds, a estratégias de SEO sozinhas são mancas. Para construir uma identidade sólida, verdadeira e de real importância para o internauta, você precisa de mais dois elementos tão importantes como a otimização de sites para mecanismos de busca: Storytelling e Analytics:

O cerne das ideias de Wil Reynolds: Storytelling e Analytics geram resultados reais

O Storytelling (ou contar histórias) é uma técnica muito usada em várias áreas comerciais e que chegou com tudo no marketing digital. Storytelling é a arte de contar uma história. E criar uma atmosfera mágica através da história, mantendo o leitor/cliente engajado com sua comunicação, é uma técnica que envolve a conexão com seus usuários, seja oralmente, por escrito ou através de uma história com sua personagem.

Produzir conteúdo de qualidade é um grande desafio para as empresas no mundo digital, onde você tem metas e objetivos que geralmente envolvem aumentar a quantidade de Leads e Clientes, e para isso as histórias contadas pelo seu conteúdo devem ser únicas e em múltiplos formatos (texto, vídeo, infográfico).

Contar histórias é uma forma de criar uma audiência engajada, interessada no que a sua empresa faz e cujas possibilidades de adquirir o seu produto/serviço ao longo do tempo sejam verdadeiras.

Mas por onde começar?

Will recomenda que o primeiro passo seja uma boa análise de dados sobre o que sua persona busca na web. As melhores fontes de dados são o Keyword Planner, Google Analytics e Redes sociais.

O Keyword Planner é uma ferramenta do Google que permite pesquisar, selecionar e salvar listas de palavras chave, bem como verificar o volume de buscas para cada termo pesquisado; saber o quando cada termo dentro do seu ramo é buscado é um bom começo para desenvolver suas estratégias de conteúdo.

Com o Analytics do seu site você descobre quais páginas já estão sendo bem acessadas, de onde vem os visitantes e até quais páginas são mais propensas para conversão (venda, cadastro, download etc). Uma métrica que nós aqui acompanhamos bem de perto é a que informa quais conteúdos geram mais tempo de permanência no site. Estas informações aliadas à pesquisa de palavras chave ajudam a usar o ativo online que a empresa já tem para melhorar os resultados.

Eu tenho até uns slides legais sobre Métricas para redes sociais; dá só uma olhada…

Ignorar os dados que você pode encontrar em seus canais de redes sociais na internet pode ser um belo tiro no pé. Com uma boa pesquisada, você pode encontrar a resposta para perguntas como:

  • Qual é o perfil dos seus seguidores?
  • Qual tipo de conteúdo engaja mais?
  • Qual rede social que uso hoje funciona melhor para o meu negócio?
  • Que horário suas postagens tem mais audiência?
  • Qual é a taxa de conversão dos visitantes vindos de cada rede social?

Algumas dicas práticas:

Você não precisa parar tudo que está fazendo (quanto a gestão da sua empresa) e só produzir conteúdo, como se não houvesse amanhã.

Encontre inspiração no seu dia-a-dia para produzir conteúdo de valor único e alinhado com o propósito da sua empresa. Até mesmo uma conversa de happy hour pode ter potencial para virar conteúdo rico.

Use o Quora: lá é possível entender quais são as dúvidas comuns dos usuários do seu produto/nicho. Ponha-se no lugar da sua persona, faça perguntas no site e produza conteúdo para respondê-las com histórias interessantes.

Yahoo Respostas: sim, sempre tem alguém perguntando algo sobre o seu mercado por lá; que tal criar conteúdo de valor para responder à essas perguntas?

Precisamos parar de celebrar as “métricas falsas”. Ter 1 milhão de fãs não significa sucesso se você não é, de fato, relevante dentro do seu nicho. Outro tema interessante abordado na palestra diz respeito à produção de conteúdo. Segundo Reynolds, fazer conteúdo, gerar links e visitantes é só o começo para uma estratégia de SEO de sucesso. Ele acredita que devemos direcionar nossos esforços na experiência do usuário, para que sejamos bons contadores de histórias.

Lembra que falei, lá no começo, sobre as diversas palestras?

TODAS têm em comum é a preocupação com o “eu” e não com a parte “fria” e desumana dos “algoritmos”.

Meso com tantas ferramentas e métodos “disruptivos”, se não considerar o fator humano, todo o resto fica a deriva.

E agora, meu amig@, você só tem mais uma pergunta para responder:

 

O que, lá no fundo, você sabe que pode fazer para te trazer mais resultados, mas ainda não fez?

Pronto, pelo menos no sentido mais literal, você pode dizer que não é um idiota, pois em definição:

“Idiota significa tolo, pateta. Do grego “idiótes” que significa “pessoa leiga, sem habilidade profissional”, por oposição àqueles que desenvolviam algum trabalho especializado.

Idiota era alguém que se dedicava apenas à assuntos particulares. O oposto do cidadão que participava dos assuntos de interesse público.” (via Significados)

Facebook entra na briga com Snapchat

Posso copiar o teu trabalho? Pode, só não faz igual, ok?

Parece que a tendência das mensagens efêmeras veio para ficar. Depois do Instagram, agora é a vez do Facebook lançar uma funcionalidade para bater de frente com o Snapchat.

Facebook lança aplicativo para concorrer diretamente com o Snapchat

Lembra que conversamos sobre o que poderia ser uma briga de “cachorro grande” entre Instagram e Snapchat?

Quatro meses se passaram e a empresa que foi responsável por trazer os efeitos de modificações faciais leva para o Facebook o mais novo concorrente do “Snap”:  o “Flashs”.

Entre gigantes como Facebook, Google e Microsoft, o Snapchat é visto como um concorrente extremamente popular e valoroso – chega a ser ficícil acreditar que ainda não tenha sido comprado por um dos gigantes mencionados no começo deste parágrafo, mas a minha opinião é que, se o pessoal do Zuckerberg está tentando brigar com a mesma funcionalidade, significa que novas formas de monetização e anúncios vêm por aí.

E esse app está disponível para quem, Diego?

Brasil (usuários de Android) foi o escolhido para estrear o novo aplicativo do Facebook (estamos podendo, hein?). Pelo que pude observar, a rede social conta com um chat embutido e outros muito parecidos com o rival amarelo: imagens e histórias que se autodestroem e filtros diversos, com a possibilidade de adicionar mensagens, emojis e compartilhá-las com seguidores. Só que, dessa vez, as mensagens tem 72h de vida.

Outra coisa diferente é o peso do app no celular: 20MB contra 75MB do Snapchat.

E aí, será que é dessa vez que você vai largar o Snapchat ou o Snapagram?

 

Com informações do Digitaltrends

marketing-digital

 

Marketing Digital: Essas três garotas estão no caminho certo

Martha Gabriel já dizia: “Hoje as grandes habilidades que nós precisamos são a criatividade, o pensamento crítico e a conexão.” E o que é o trabalho de marketing digital nas redes sociais se não a união de técnicas de marketing aliadas à essas habilidades?

O case que vou compartilhar com vocês hoje é fruto de um artigo que li da Fernanda Neme, no site TN online (parceiro UOL). O texto fala sobre a profissão digital influencer (influenciador digital, em português).

A estudante Isabelle Cristina Taborda, 16 anos, de Faxinal, iniciou um projeto de marketing e digital influencer há aproximadamente 2 meses.

Segundo a matéria, devido ao grande número de seguidores nas redes sociais, a estudante Isabelle Cristina Taborda, 16 anos, de Faxinal (PR), iniciou um projeto de marketing e digital influencer há aproximadamente 2 meses. A garota tem em média 150 visualizações em todos os Snapchats publicados. No Instagram, conquistou 2,2 mil seguidores.

A estudante de Arquitetura e Urbanismo, Giovanna Usso, 18 anos, de Apucarana, também faz sucesso no Instagram, Snapchat e Facebook.

Já a estudante de Arquitetura e Urbanismo, Giovanna Usso, 18 anos, de Apucarana (PR), também faz sucesso no Instagram, Snapchat e Facebook.

“O Insta é meu preferido, tenho quase 8 mil seguidores”, conta.

No Snap, Giovanna tem cerca de mil pessoas e no Face, para deixar mais íntimo, prefere não adicionar pessoas desconhecidas.

A estudante é modelo há quatro anos e direciona os trabalhos realizados para as redes sociais divulgando marcas e produtos. Geralmente, as fotos de Giovanna alcançam 400 curtidas, no Face e no Insta.

“Com o feedback dos meus seguidores consigo perceber essa influência. Sempre que posto algum look ou make, muita gente acaba me perguntando, e isso gera ainda mais likes”, explica.

Existe idade para trabalhar com marketing digital?

A matéria finaliza contado a história de Amanda, que começou a modelar com 6 anos e não parou mais. Uma vez por mês, Amanda faz fotos profissionais para registrar os produtos que ganha de lojas, e assim, fazer propaganda do que recebe em suas redes sociais.

“Procuro fazer tudo com cuidado e carinho. Tudo isso que vem acontecendo é ainda um hobby para mim”, explica.

Sobre o carinho do público, Amanda diz que recentemente tirou fotos com peças de uma marca de roupas e uma de suas seguidoras foi até a loja e comprou todas as peças. “Quando a dona da loja me contou, eu fiquei muito feliz. A partir daí comecei a caprichar ainda mais nas publicações”, sublinha.

Diferente do que muita gente pensa, não é um trabalho fácil. A correria diária é grande, sem hora para começar e para acabar. Seja estudando o mercado, fazendo contatos, firmando parcerias, e retribuindo os comentários das seguidoras. É muito importante estar sempre atento às redes sociais e disponível para as seguidoras porque reciprocidade é fundamental. Se você não valoriza quem te segue, o unfollow (deixar de seguir) é imediato.

A expansão das redes sociais proporciona buscar produtos e serviços e, além disso, poder saber a opinião de quem já consome determinado produto. Dessa forma, os consumidores podem ter mais êxito nas escolhas e evitar situações indesejadas. Todavia, oferecer opiniões seguras não é uma tarefa fácil.

Vale lembrar que o Marketing Digital É MARKETING!

Ser um digital influencer requer conhecimento sobre nicho, público-alvo, estratégias de marketing de conteúdo e muita disposição para a produção de conteúdo frequente.

Vale também entender como os usuários usam as buscas na internet para encontrar seu produto/serviço; para isso, conhecimentos de SEO e web semântica agem como grandes aliados.

Sem contar com o desenvolvimento de anúncios segmentados e gestão do budget (valor destinado à propaganda), que nem sempre é grande nesses casos.

Sim, gerar renda pela internet com o uso do marketing digital é possível. Mas tenha em mente que nem tudo é glamour e sucesso; estudar, monitorar concorrência e ter espírito empreendedor são requisitos obrigatórios de quem quer seguir essa linha profissional.

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Marketing Musical: estratégias para sua banda

Por trás dos seus artistas favoritos existe outro mundo: o do marketing musical. Atualmente a música é uma ferramenta de formação e consolidação de uma marca corporativa!

Você costuma assistir a shows dos seus artistas favoritos? Costumar pirar com os solos de guitarra que tocam a alma? Com aquela batida que te faz viajar na onda das notas musicais?

Noel Gallagher – Oasis

Vamos começar uma jornada com as estratégias de marketing musical para a sua banda!

A primeira estratégia é: Marketing Digital!

Uma verdadeira revolução digital criou novas tendências, padrões, influenciou comportamentos e a maneira de consumir música, como por exemplo, a chegada do streaming. Os artistas que se adaptaram às mudanças recorreram à gravadoras independentes, divulgando seus trabalhar em redes sociais.

Os artistas se tornaram mais acessíveis com a internet e redes sociais. O marketing musical é uma interação que cria essa relação artista/fã, e para isso, o artista precisa de inúmeras estratégias, apps e ferramentas.

Coisas que você precisa definir antes de desenvolver as suas estratégias:

  • Promover: você pode contar com a colaboração dos fãs para promover suas músicas através das redes sociais
  • Comercializar: sua música pode ser vendida diretamente para o público (venda de cds em shows, por exemplo)
  • Conhecer o público: coletar informações e dados do seu público para então desenvolver as estratégias de marketing para atingir o público

A verdadeira importância do marketing digital para a música

Slash – November Rain

Segundo uma pesquisa da Social Bakers , ferramenta de monitoramento das redes sociais, a fotografia representa uma taxa de 75% de engajamento nas redes sociais. Esses dados são resultado de uma análise de uma grande coleção de posts na rede social com mais de 30 mil marcas com o objetivo de descobrir qual post gera o melhor engajamento. Dentre as utilidades da fotografia estão: divulgar informações oficiais, lançamentos, promoções e ensaios de uma banda.

hã? epa

Vale a pena ressaltar que uma foto compartilhada tem um raio de alcance do público muito maior que uma curtida ou comentário!

Imagine como bandas com anos de estrada, como Red Hot Chili Peppers, Radiohead e Foo Fighters tiveram que se adaptar ao formato da propagação virtual!

Ferramentas de Web Marketing que você deve usar para marcar presença online

  •   Site/Blog;
  •   Plataformas CSM como o WordPress ajudarão no processo de desenvolvimento do site, o site será o balizador de outras plataformas como redes sociais e canais de vídeos;
  •   O seu site poderá oferecer um espaço para o público e contratantes (fotos, kit de mídia, agenda de shows, contato e o histórico da banda);
  •   Oferecer a opção de se inscrever em um newsletter;
  •   Desenvolver e administrar uma loja online para a venda de produtos oficiais da banda

Ah! O Facebook continua sendo uma boa plataforma de divulgação e campanhas B2C (Business To Consumer). Cerca de 80% dos artistas utilizam a rede para divulgar suas músicas! Bem como o Twitter, com caracteres que são suficientes para deixar uma mensagem sobre um evento, show ou ensaio aberto para o público!

Atualmente existem agências de marketing digital especializadas no segmento musical. São responsáveis por gerenciar todas as publicações e conteúdo, e por isso é importante separar um investimento inicial!

That’s fuckin rock n roll

Conteúdos que podem ser produzidos e divulgados

  • Fotos: momentos marcantes dos shows, ensaios, bastidores, mostrar a banda em ação;
  • Entrevistas: servem para a interação dos artistas com a imprensa, aumentar o hype sobre futuros álbuns, novidades, etc;
  • Ensaios: podem ser gravados, para divulgar em redes sociais, fazendo com que os fãs sintam-se mais próximos da banda.

Viu como o Marketing Musical não é nenhum bicho de sete cabeças? Se você deseja construir sua carreira solo ou ter sua própria banda, conta pra gente a sua história na vida musical, e qualquer dúvida é só deixar um comentário!

Até a próxima estratégia!