O que você tem a ver com o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa?

Dia 5 de outubro comemora-se o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Você sabia que um em cada três brasileiros tem um negócio ou está montando um?

Pois é, caro leitor. Se você chegou até aqui, significa que você tem muito a ver com esta data: afinal, ou já deve ser um empreendedor “oficial”, ou está na fase de formalização da empresa.

Talvez ainda esteja apenas com a ideia na cabeça. Nesse caso clique aqui.

Mas antes de começarmos a conversa de hoje, recomendo que leia o meu texto para você entender o que é um microempreendedor individual.

Ou se quiser, assista ao vídeo:

Qual o impacto real das micro e pequenas empresas no cenário nacional?

Nosso país está mesmo se esforçando para “se virar nos 30” e superar a crise. A prova disso são os números a seguir:

Perfil das micro e pequenas empresas
De acordo com o Sebrae, as micro e pequenas empresas respondem por 27% do PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país, e por 57% dos empregos formais. Segundo o Caged, de 2011 a 2014, elas geraram 3,5 milhões de empregos.

Ainda segundo o Sebrae, ter o seu próprio negócio continua sendo o terceiro maior sonho do brasileiro, mas, pela primeira vez, o número de pessoas que almejam se tornar o seu próprio chefe é praticamente o dobro das que desejam fazer carreira numa empresa.

Enquanto 31% dos brasileiros querem montar um negócio, 16% querem crescer dentro de uma empresa. Os primeiros sonhos dos brasileiros são comprar a casa própria (42%) e viajar pelo Brasil (32%).

Microempreendedor individual
Cinco de outubro também é o Dia do Microempreendedor Individual, o profissional que trabalha por conta própria.

Para virar microempreendedor individual, a pessoa precisa atender a duas exigências: faturar até R$ 60 mil por ano, o que dá uma média de R$ 5 mil reais por mês, e trabalhar sozinha ou ter, no máximo, um empregado.

Quem produz, vende ou presta serviço pode se formalizar como microempreendedor individual.

Vale para qualquer tipo de atividade, desde que seja urbana.

O cadastro pode ser feito pela internet no Portal do Empreendedor. Basta preencher o formulário com os dados pessoais e as informações sobre o negócio.

A partir daí, a pessoa passa a contribuir com 5% do valor do salário mínimo, o correspondente a R$ 39,40, para o INSS. Mais R$ 1 de ICMS, se for indústria ou comércio, R$ 5 de ISS, se for serviço, ou R$ 6, se for comércio ou serviços.

Mas nem tudo é burocracia e dificuldades, para o microempreendedor. Entre as vantagens de sair da informalidade, está o fato de possuir CNPJ, que facilita a abertura de conta bancária, pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

A partir daí, ele tem direito a aposentadoria, auxílio-maternidade e auxílio-doença.

E você, já está empreendendo ou pretende empreender? Qual sua ideia de negócio? Comente aí e vamos conversando.

Fonte: agenciasebrae.com.br

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