Hoje comemora-se o Dia Nacional da Micro e Pequena empresa. E os números são bons, mesmo se considerar os tempos de crise. E essa crescente de empreendedores está proporcionando uma maior importância aos pequenos negócios, que estão contribuindo para geração de empregos na economia brasileira.

Te dou um dado! (um não, vários!)

Um em cada três brasileiros tem um negócio ou está montando um. ( via G1)

De acordo com o Sebrae, as micro e pequenas empresas correspondem por 27% do PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país, e por 57% dos empregos formais. Segundo o Caged, de 20011 a 2014, elas geraram 3,5 milhões de empregos.

Segundo a Serasa Experian, o número de novas empresas no Brasil cresceu 2,3% no primeiro trimestre de 2015. Foram 184.905 novos empreendimentos no Brasil em março deste ano, alta de 28,0% em relação ao mês de fevereiro, quando 144.501 novas empresas foram criadas.

Mas o que muita gente não sabe é que existe um verdadeiro universo de diferenças entre o MEI (Microempreendedor Individual), O ME (Microempreendedor) e a Pequena Empresa.

Acredite, existem MUITAS diferenças entre as três categorias, mas não se preocupe, estamos aqui para ajudar 😉

Vamos à elas:

De acordo com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa:

Microempreendedor Individual

(MEI) – Foi criado pelo governo em 2009 para que aqueles que trabalham por conta própria pudessem formalizar os seus negócios. Quem produz, vende ou presta serviço pode se formalizar como microempreendedor individual.

Para ser um microempreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano, ou seja, R$5.000,00 por mês. Um ponto importante a ser mostra é que para ser um microempreendedor individual não é permitido ter participação em outra empresa como sócio ou titular, sem contar que só pode um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

Vantagens:

  • Possuirá CNPJ, o que facilita a abertura de conta bancária, pedido de empréstimos e emissão de notas fiscais;
  • Fica isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL), o que significa que pagará apenas uma taxa destinada à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS;
  • As contribuições pagas possibilita que o MEI tenha benefícios importantes, como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

Veja esse passo a passo para cadastrar-se no MEI.

Microempreendedor

Diferente do individual, a microempresa precisa ter uma renda de até R$ 240 mil por ano e possuir no máximo 9 funcionários, se for comércio e serviços, e 19 funcionários, se indústria e construção civil.

Nessa categoria, o empreendedor não terá mais isenção dos tributos federais, tendo que pagar IRPJ (Imposto de Renda para Pessoas Jurídicas); IPI, ICMS, Cofins, Pis, CSLL, etc. É enquadrado no Simples Nacional (ou SuperSimples)

Pequena Empresa

Se a receita bruta anual for superior a R$ 240 mil e igual ou inferior é R$ 2.400.000,00, a sociedade será enquadrada como empresa de pequeno porte. Empregam de 10 a 49 pessoas, no caso de comércio e serviços, e 20 a 99 pessoas, no caso de indústria e empresas de construção.

E agora, está pronto para empreender? Tanto como microempreendedor individual quanto Pequena Empresa, estamos prontos para ajudar a tirar suas ideias do papel; vem com a gente http://vindi2i.com.br

 

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