Inovação na empresa: quais são os desafios e como fazer?

A Tesla é considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo. Apesar de atuar em um mercado competitivo, o automobilístico, ela tem crescido como nenhuma outra. Seu segredo: investe aproximadamente 18% do orçamento no desenvolvimento de novos produtos.

Esse é apenas um dos vários exemplos de como a inovação em uma empresa pode tornar sua marca mais forte e desejada. Mas para isso é necessário vencer diversas barreiras internas e externas, como a falta de recursos, os concorrentes e o mercado em geral.

Pensando nisso criamos um post especialmente para você. Continue lendo e veja quais são os desafios para tornar sua empresa mais inovadora e como fazer isso. Boa leitura!

Principais desafios para a inovação na empresa

É muito comum pensar em inovação como a criação de algo grande e disruptivo, mas nem sempre é assim. Algumas inovações são pequenas, feitas como um passo a passo para o sucesso – ou para se chegar no grande objetivo. Isso é chamado de inovação emergente.

Imagine o setor automobilístico. É quase impossível comparar um carro atual com um fabricado cinco décadas atrás. Ou seja, as mudanças não ocorreram do dia para a noite, elas foram feitas aos poucos, peça por peça.

Mesmo essas pequenas inovações enfrentam grandes barreiras para existir, desde problemas com recursos financeiros limitados até a falta de uma liderança realmente eficiente. Veja agora os principais problemas:

  • falta de recursos para financiar novos projetos;

  • dificuldade em encontrar líderes inspiradores;

  • processos burocráticos;

  • equipe pouco entusiasmada;

  • falta de uma cultura de inovação;

  • necessidade de retorno imediato.

Como garantir a inovação na empresa

Inovar é uma forma de melhorar a qualidade dos serviços e produtos existentes, otimizar a eficiência operacional, superar as expectativas do público-alvo, expandir o negócio e garantir uma marca mais sólida no mercado.

Mas, como fazer isso?

Mantenha o foco no ambiente externo

O mercado é grande e repleto de oportunidades, então, para quem deseja inovar, é preciso manter o foco nas necessidades que existem e precisam ser supridas. Uma ótima dica é buscar os nichos de mercado, pois neles a competitividade é menor.

Monitore os principais concorrentes

Os concorrentes são excelentes fontes de inspiração. Ao monitorá-los é possível avaliar o que pode ser aperfeiçoado em sua própria empresa. Para isso, é importante definir e acompanhar alguns indicadores-chave de desempenho.

Acompanhe as categorias adjacentes

Essas são empresas que podem competir com seu negócio em algum momento, mas não são necessariamente concorrentes. Imagine uma cafeteria e uma loja de energéticos: são coisas completamente diferentes, mas um cliente poderia deixar de tomar um café para tomar um energético. Isso é uma categoria adjacente ou uma concorrência indireta. Acompanhe-as e tenha muitos insights.

Crie um time inovador

As pessoas são um importante elemento para a inovação nos negócios, então é importante incentivar os funcionários a “pensar fora da caixa”. Para isso, marque reuniões de brainstorming, implemente caixas de sugestões e melhore a comunicação interna.

Busque consultorias externas

Os consultores são especialistas em uma área e possuem todo o know-how necessário para implementar eventuais mudanças na empresa. Então é importante buscar especialistas nas áreas de maior deficiência ou dificuldade de mudança, para auxiliar esse processo.

Reserve um orçamento específico para projetos inovadores

Inovar envolve diversos custos, seja com o monitoramento de concorrentes, construção de equipes ou contratação de especialistas. O retorno da inovação será de médio ou longo prazo, então reserve um orçamento específico para isso.

Nenhuma empresa deve pensar apenas no hoje, mas também gerenciar seus diversos recursos pensando no amanhã, por isso, inovar é uma necessidade básica.

Agora que já conhece os principais desafios da inovação na empresa e como fazer isso, aproveite para compartilhar suas dúvidas e experiências sobre o assunto. Deixe seu comentário em nosso post!

3 dicas para manter a organização no trabalho

Trabalhar mais não significa, necessariamente, uma maior produtividade. A falta de organização no trabalho e uma agenda de compromissos sem controle podem impactar diretamente no desempenho dos colaboradores e na eficiência operacional.

Imagine uma pessoa que precisa parar frequentemente para atender ao telefone, procurar materiais necessários para determinadas tarefas, verificar e-mails e demais responsabilidades que tiram o foco e impactam na concentração e no bom rendimento dos afazeres. Assim fica difícil terminar qualquer tarefa no prazo, não é mesmo?

Pensando nisso, pontuamos 3 dicas para ajudar você a manter a organização no trabalho. Vamos lá?

1. Comece pela organização

Pode parecer óbvio, mas se você é o tipo de pessoa que joga folhas na mesa, marca compromissos em qualquer lugar, amontoa documentos e outros papéis importantes de forma aleatória, é hora de mudar os hábitos.

A organização deve fazer parte da rotina de qualquer colaborador, independente do cargo e função por ele exercida. Por isso, é fundamental ter um critério para organizar os seus materiais de trabalho.

Separe os documentos de acordo com a frequência de uso deles, ou seja, tenha à sua disposição aqueles que são utilizados diariamente e com maior frequência.

Separe os papéis pouco utilizados e arquive-os em pastas, caixas ou depósitos, mas sempre faça a sua organização de acordo com o assunto, data, cliente, fornecedores etc. O importante é deixa-los organizados de forma que acelere a busca de informações ou dados importantes, para isso também deixa-os arquivados em locais de fácil acesso para facilitar na hora de consultá-los.

Da mesma forma faça com os recursos (materiais de apoio) que você pode utilizar, como canetas coloridas, marcadores de texto, clips, blocos de anotação e post its – estes são ótimos para anotações rápidas ou de lembretes importantes.

2. Faça uma checklist de suas tarefas

Você resolve o que estiver por perto sem se preocupar se existem prioridades ou tarefas com prazos mais curtos para serem entregues? Saiba que esse é um indício de que a sua organização no trabalho é falha.

A dica aqui é aproveitar o fim do expediente para fazer um checklist do que precisa ser feito no próximo dia, além de rever as tarefas que foram realizadas e aquelas que ainda estão pendentes.

Ao começar o seu dia, dê uma olhada na sua agenda e nas suas prioridades. Os afazeres de menor importância podem ser concluídos no decorrer do horário de trabalho. E um dos pontos mais importantes: termine o que começou, não deixe para depois!

Caso alguma tarefa seja complexa ou demande muitas horas, faça pausas estratégicas para descansar e revigorar as energias. Mas nada de procrastinar na hora de executar os seus compromissos. Portanto, evite o uso indevido de Facebook, Instagram, e-mails, WhatsApp etc – se for necessário e possível, silencie-os durante o horário de trabalho.

Assim, o tempo de trabalho será melhor planejado e você conseguirá fazer as coisas em menos tempo, resultando em uma maior produtividade.

3. Escolha uma ferramenta

A tecnologia é a grande aliada de muitas pessoas na hora da organização no trabalho. Imagine ter que lembrar de todos os prazos de pagamento e recebimento, dos telefonemas que precisa realizar, das tarefas prioritárias etc.

Fica difícil cumprir a agenda de compromissos — ou realizar as tarefas de rotina — sem um “empurrãozinho” de algumas ferramentas.

Softwares, planilhas e muitos aplicativos ajudam a otimizar o dia a dia. Por meio deles, é possível adicionar incumbências e configurar um cronograma para a sua realização, estipulando  o tempo exato para se dedicar a cada responsabilidade.

Outra grande vantagem é a possibilidade se programar semanalmente, mensalmente ou até anualmente. Assim, é possível cumprir prazos e terminar tudo, às vezes, em menor tempo. Assim, você torna a sua rotina mais produtiva e se planeja melhor para fazer o que é realmente importante.

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Como e por que contratar uma agência de marketing para meu negócio?

Olá, tudo bem?

Hoje vamos falar sobre um tema que é muito recorrente entre os e-mails que recebemos por aqui: por que contratar uma agência de marketing se eu posso fazer aqui mesmo na minha empresa?

Tudo nessa vida tem vantagens e desvantagens. O texto de hoje não pretende ser tendencioso, a ideia é te ajudar a encontrar o melhor caminho para o seu sucesso.

Ao observar a expansão acelerada da internet e seus inúmeros canais de comunicação e mídia, é fácil perceber que contratar uma agência marketing digital tornou-se indispensável para qualquer empresa que queira ampliar sua base de clientes e obter melhores taxas de faturamento.

No entanto, é justamente na hora da contratação que alguns gestores se veem cercados de dúvidas. Alguns questionamentos comuns são: “seria melhor fazer o marketing digital internamente?” ou “como contratar uma agência que traz bons resultados?”. Foi para esclarecer essas e outras dúvidas que preparamos alguns tópicos sobre o assunto:

Agência de marketing digital x equipe interna

Ainda que seja possível contratar excelentes especialistas em marketing digital para trabalhar internamente em sua empresa, essa pode ser a opção mais cara e menos efetiva. Isso porque o marketing digital não depende apenas da expertise humana, mas também de uma série de ferramentas de automação, mensuração e análises. Assim sendo, as despesas de todos os programas e plataformas necessárias para um marketing digital realmente poderoso pode ser algo muito custoso para ao seu negócio.

Em contrapartida, as agências conseguem oferecer pacotes de ótimo custo-benefício que unem a expertise de profissionais da área e toda a estrutura tecnológica necessária para disparar e-mails, gerenciar leads, criar conteúdos otimizados para o Google, medir taxas de cliques, entre outras diversas tarefas essenciais ao marketing digital. O preço é extremamente atrativo quando comparado aos custos de uma equipe interna e, por isso, a empresa poderá experimentar ótimas taxas de ROI (Retorno sobre o Investimento).

Além disso, a contratação de uma agência de marketing digital permite que a sua empresa permaneça focada em seu core business, em vez de gastar tempo e energia mental com outras especialidades de negócio.

Escolhendo a agência ideal

Agências que entregam resultados reais e possuem um vasto portfólio com casos de sucesso devem ser prioridade na hora da contratação. Isso porque o foco do marketing digital não é apenas criar uma “presença online” para sua empresa, mas principalmente trazer resultados em leads, ou seja, contatos qualificados que possam se tornar futuros clientes.

Mas não se engane: embora as boas agências garantam bons resultados, isso não significa que sua base de clientes aumentará do dia para a noite com o marketing digital. Na realidade, esse tipo de “milagre” não existe em nenhum modelo de estratégia, uma vez que a atração de contatos é a consequência de um trabalho consistente em longo prazo.

Por isso, desconfie de ofertas como “Seu site no topo do Google em 3 dias” ou “Aumento no número de leads em 200%”. Agências que prometem resultados milagrosos em um curto período de tempo quase sempre estão contando mentiras para vender contratos. Não caia no conto do vigário!

Outros critérios que devem ser considerados na hora da escolha são esses:

  • Pacote de serviços compatível com o segmento e objetivos da empresa;
  • Flexibilidade para trabalhar com verbas pequenas ou grandes;
  • Aplicação das melhores tecnologias disponíveis no mercado; e
  • Estratégia completa, que reúna as principais táticas de conteúdo, posicionamento e atração de leads.

Quer trabalhar com uma agência de marketing digital que tem bases sólidas de inteligência de mercado e critérios rigorosos de alcance de resultados? Entre em contato com a gente e veja como podemos ajudar seu negócio!

Raio X do marketing digital

Pesquisa e Análise de Mercado: qual a sua importância?

Para muitos empreendedores começar um novo negócio parece ser uma tarefa fácil. Primeiro idealiza-se o produto, depois o público-alvo, o local e a forma de venda, escolhe as redes sociais como canais de divulgação, os recursos minimamente necessários para operacionalização, a marca [e não logomarca como vimos nas Dicas de Design] e, pronto! Eis que surge um novo negócio.

De fato, pensando assim, o caminho a ser percorrido é fácil, relativamente rápido e “só flores”. Pena que, na maioria dos casos, não é sustentável. Ora, mas por que não, se está definido tudo o que o negócio precisa?

Simplesmente, porque o sucesso (ou fracasso) de um negócio não depende unicamente do produto, ponto de venda ou demais atributos diferenciados que se oferece aos clientes, ou seja, os fatores possíveis de serem controlados pelo empreendedor. Depende também dos fatores incontroláveis, daqueles que estão no ambiente externo e que não dependem das articulações e tomada de decisões dos gestores da organização.

 

São fatores presentes no macroambiente que podem, de forma direta ou indireta, influenciar no desempenho do negócio. Como principais citamos os fatores Políticos, Econômicos, Sociais,Tecnológicos, Ambientais e Legais que estão continuamente em mudança ou alteração no ambiente em volta do negócio.

O conhecimento dessas forças e da influência que exercem sobre o negócio é de fundamental importância para qualquer empreendedor, seja este em estágio inicial ou já maduro no mercado, uma vez que indicam os pontos que podem se tornar ameaças ou, quem sabe, oportunidades para o negócio que está surgindo ou querendo se reinventar no mercado.

Para obter este entendimento é indicado que se faça uma Análise PEST, PESTEL ou PESTAL [que você já deve ter ouvido falar, certo? ] que nada mais é do que o acrônimo dos fatores Políticos, Econômicos, Socioculturais, Tecnológicos, Ambientais e Legais e, uma ferramenta essencial para a análise do mercado em qualquer estágio que o negócio esteja.

Através desta é possível fazer uma “investigação” mais aprofundada em cada fator, possibilitando o conhecimento sobre o crescimento ou queda dos mercados, o seu potencial, as principais características e obstáculos, comportamentos, potenciais clientes, entre outros elementos que podem ser determinantes para o sucesso ou fracasso do negócio, além de impulsionadores para novos insights ou inovações no modelo de negócio.

É também nesta análise que se obtém dados e informações do mercado que podem demonstrar tanto a situação atual como o histórico do mercado, relevando se os acontecimentos são excepcionais ou cíclicos.

Apesar de sua importância para o entendimento do mercado, construção e desenvolvimento do negócio, é comum que esta etapa seja “pulada” pelos empreendedores, por julgarem que seus “achismos” muitas vezes disfarçados de instintos são suficientes, por simples desconhecimento de sua importância e necessidade ou mesmo porque ficam confusos sobre o ponto de partida e do que se deve observar.

Sabendo disto, e do fato que para cada fator existe um campo vasto de variáveis passíveis de análise, relacionamos aqui algumas que devem ou podem ser observadas durante a análise do mercado:

• Fator Político: estabilidade política, mudanças de Governo e de partidos, restrição comercial, acordos internacionais, infraestrutura (estradas, portos, aeroportos, rodovias), investimento em saúde e educação, política governamental.

• Fator Econômico:
política fiscal, estabilização econômica, taxa de juros, inflação, liberalização do crédito, abertura da economia, (des)valorização da moeda nacional, emprego e renda da população, poder de compra da população, tendências de consumo, fusões e aquisições entre empresas, fontes de financiamento, custo de aquisição de equipamentos, materiais e bens.

• Fator Sociocultural: população (natalidade, mortalidade, crescimento e envelhecimento), distribuição da população, fluxo migratório, crenças e valores, composição das famílias, qualidade de vida, mobilidade urbana, mercado de trabalho, nível educacional, necessidades dos consumidores, fenômenos da moda, hábitos de compra, motivações.

• Fator Tecnológico: internet, tv digital, convergência tecnológica, nanotecnologia, automação, ciclo de vida dos produtos, inovações, meios de comunicação, marcas e patentes, pesquisas e desenvolvimento, incentivos do Governo, técnicas e processos produtivos, distribuição dos produtos.

• Fator Ambiental: novas leis normativas e restritivas, sustentabilidade, poluição, recursos naturais, selos e certificações de qualidade, ecologia, políticas ambientais, posicionamento socioambiental.

• Fator Legal: legislação (trabalhista, tributária, previdenciária, comercial, ambiental, etc), mudanças na legislação, impacto tributário, informalidade, incentivos fiscais, movimento sindical, concessões do estado, incentivos à exportação e importação, direito do consumidor, propriedade intelectual.

Além destes fatores, na análise do mercado deve-se realizar ainda a Análise da Concorrência e das Tendências do Mercado, com o intuito de conhecer o que já está sendo feito e por quem, assim como descobrir o caminho que o mercado de interesse está seguindo. Mas, isto será pauta para outro post. Ok?

Agora, sabendo de tudo isso, o que você vai fazer: continuar ignorando o mundo que existe em volta do seu negócio ou correr para começar uma pesquisa básica sobre os principais fatores?

 

Marketing digital: Dados do Mercado em 2016

Atualmente, falar de marketing digital pode soar repetitivo. E falar da sua importância para o mundo dos negócios e, principalmente, para os negócios que estão começando ou dando os seus primeiros passos no mercado, mais ainda.

Mas, será que estes novos empreendedores realmente compreendem a importância de estar presente neste mundo chamado “digital”? A quantidade de oportunidades que podem ser geradas e aproveitadas através dos diferentes canais? O alcance que sua marca pode atingir através de estratégias bem definidas?

Acredito que a resposta, para a maioria destes questionamentos, seja não! Por motivos diversos, que agora não vêm ao caso comentar…

O fato é que, para entrar neste mercado, assim como em qualquer outro, é importante conhecer pelo menos um pouco do seu tamanho, potencial, opções de canais, o que está sendo feito e o que ainda se pode fazer. Pensando nisso, compartilhamos alguns números que, no mínimo, são interessantes para a reflexão.

De acordo com a agência de marketing We Are Social, a população mundial é estimada em 7.395 bilhões de pessoas, sendo que os usuários de internet somam 3.419 bilhões, ou seja, quase 46% da população total. Somente os usuários de redes sociais são 2.307 bilhões, o equivalente a 31% da população e 67,5% dos usuários de internet. E estes mesmos usuários de redes sociais, no mobile totalizam 1.968 bilhões de pessoas ou 85% do total, com crescimento de +17%, desde janeiro de 2015.

No Brasil, os números se mostram igualmente impressionantes. Com uma população estimada em 208,7 milhões de pessoas, 58% (ou 120,2 milhões) são usuárias de internet e 49% (103 milhões) usuárias de redes sociais. Os usuários de dispositivos móveis somam 267,1 milhões e os que utilizam as redes sociais nestes totalizam 88 milhões (32,9%), em um crescimento de +13%, no mesmo período já citado. Segundo o levantamento realizado pela Nielsen Ibope, em novembro de 2015, o total de brasileiros utilizando smartphones chegou a 76,1 milhões no terceiro trimestre de 2015, demonstrando um crescimento de 48% no comparativo com 2014.

Mercado Digital Brasileiro

Apesar deste crescimento, se for analisar o comportamento dos usuários pelo dispositivo utilizado para trafegar na web, nota-se que os brasileiros ainda utilizam mais os dispositivos tradicionais, como desktops e laptops, ao invés do mobile. Em termos de participação, considera-se que os tablets representam apenas 2%, os dispositivos móveis 26% e os desktops/laptops 72% do total. No entanto, da mesma forma que está acontecendo no cenário global, no Brasil também se percebe o crescimento das visualizações pelos dispositivos mobile, com ênfase aos celulares, e queda gradativa dos desktops e laptops.

Percentual de Uso de Dispositivos Mobile

Em relação ao como o tempo é gasto nas plataformas mobile, a pesquisa da comScore, revela que quando se trata de categorias de conteúdo as categorias de mídias sociais, serviços e entretenimento são as mais visadas, sendo que, entre as mídias sociais, o Facebook ocupa o primeiro lugar no país – no comparativo mundial o Brasil é o terceiro país mais ativo na rede social. Isso acontece em razão de sua boa participação entre quase todas as faixas-etárias, diferente do Instagram e Snapchat, que são os queridinhos dos grupos mais jovens, de até 24 anos.

Ranking de Midias Sociais - Brasil

Com esta breve análise é possível compreender que o marketing digital possui um campo vasto a se explorar, especialmente quando se trata de mídias sociais. No entanto, para usufruir ao máximo de seu potencial, é importante ter um planejamento por trás de cada ação; ter objetivos e estratégias bem definidos; saber onde se quer chegar e para quem se deseja comunicar.

Se você não lembra da nossa dica de como fazer um briefing para marketing digital, confira de novo aqui.

Apenas estar presente no meio digital ou nas redes sociais, não é suficiente para se tornar conhecido entre os potenciais clientes. É preciso se dedicar e focar em um objetivo, além é claro de mensurar seus resultados e avaliar o que obteve de positivo ou negativo.

E aí, como estão seus planos para o marketing digital?