Trabalho e propósito!

Trabalho e propósito: descubra a sua motivação

O trabalho está presente na vida de muitas pessoas, mas e a motivação?

Qual o seu propósito?
Trabalho e propósito

Se perguntamos o propósito ou a motivação das pessoas irem trabalhar todos os dias, a resposta normalmente demora um pouco para sair (ou simplesmente não sai). Mas, por quê?

 

Começando o dia…

Segunda-feira, seis da manhã e o despertador no celular toca: “triiiiim, triiiiim”.

Você não quiser sair da cama, isso pode significar dois estados de ânimo:

1) você gostaria de dormir um pouco mais

2) a vontade é de não sair da cama.

Se foi o caso número 01, isso é sinal de cansaço. Se for o outro, isso é sinal de estresse. Se além disso for agravado pelo fato de você ainda não ver razão no o que faz, cuidado! Há uma diferença marcante entre esses dois casos.

Cansaço você resolve descansando, mas estresse, você só consegue evitar se compreender o motivo de fazer o que está fazendo. Se ainda houver dúvidas no segundo caso, sugiro algo: repense o que você está fazendo da sua vida!

Aos que não se encaixam no enquadramento feito no enunciado anterior (com o perdão a transcrição quase que na íntegra do capítulo “vida com propósito” do livro “Por que fazemos o que fazemos?”), encarem esse “textão” como uma reflexão de um gestor, líder, e, com orgulho, empreendedor nas terras do norte do Brasil.

Este post é indicado para quem quer realizar algo próprio. Para quem gosta do que faz, que quer criar ou participar de algo grande e ganhar dinheiro com isso!

 

Está em nossa natureza

Dois famosíssimos pensadores das ciências sociais, Karl Marx e Friederich Engels, tem uma visão sobre trabalho que eu particularmente gosto muito. Segundo eles, o trabalho forma a essência humana!

Diferentemente dos animais que se adaptam à natureza, os homens adaptam a natureza a si, agindo sobre ela e transformando-a. Ajustando-a às suas necessidades.

É exatamente esse agir sobre a natureza e moldando-a em função do o que precisamos, de forma coletiva (com interação dinâmica com outras pessoas) é o que os autores chamam de trabalho. O resultado dessa ação é o que somos, o que nos forma.

Para alguns, o trabalho é uma obrigação. Dentro do protestantismo, é inclusive uma obrigação moral (a lógica era de que se não trabalha, é vadio; se é vadio, é imoral). No sentido semântico, significa literalmente “tortura”, já que a palavra do latim “tripalium”, antigo instrumento de tortura romano…

Chegamos onde queria chegar:

O moderno conceito de “alienação”

Originalmente cunhado pelo filósofo alemão Hegel – se refere a tudo aquilo que eu produzo, mas não compreendo a razão. E o porquê dessa introdução? Por que em nossa organização (e acho que em quase todas do mundo) não temos robôs trabalhando: temos pessoas – palavrinha essa que vem tcheco “robota”, que significa escravo, aquele que faz o que lhe é ordenado.

Em extensão, “propósito”, em latim, carrega o significado de “aquilo que coloco adiante”, “o que estou buscando”.

Uma vida com um propósito é aquela em que eu entenda as razões pelas quais faço o que faço!

No mundo dos negócios, o termo “propósito no trabalho” está na moda e se tornou muito popular. Até pouco tempo atrás as pessoas só queriam um bom emprego, mas hoje, parece que é preciso um “algo a mais”, especialmente para a famosa geração Y: acreditar em algo, ser significativo, fazer a diferença, etc e etc.

Gosto muito da definição que o pessoal das Perestroika dá, no seu primoroso curso sobre Futurismo: “Propósito é o líder invisível da organização, é o sentido de fazer o que fazemos, é o porquê de fazermos o que fazemos”.

Motivação e empreendedorismo

Empresas que nascem com um propósito tem uma alma – e isso cria uma conexão verdadeira com o trabalho, com as pessoas e com o mercado e, sinceramente, acho que isso ajuda muito na caminhada empreendedora rumo ao êxito e, quiçá, ao sucesso!

Por traz de todo empreendimento, em tese, temos um empreendedor (se considerarmos o termo “empreendedorismo” no sentido de comportamento do indivíduo), mas será que todos têm um propósito também?

Se você ainda não tem um, ou ainda não o encontrou, relaxe: acho que 99% dos negócios do mundo não tem um – eles talvez tenham missões, visões, propostas de valor, mas não aquela paixão pelo o que faz e um desejo visceral de querer fazer do mundo um lugar melhor, ganhando dinheiro com isso.

E você? Já encontrou a sua paixão que o fará nunca mais precisar trabalhar no sentido literal da coisa? Se não, comece: o trabalho e a vida passarão a fazer mais sentido!

Ah, se você é um empreendedor, gostou desse post e gostaria de manter sua equipe motivada, indico a leitura desse nosso outro poste sobre como manter sua equipe motivada.

Sigamos!

 

Ainda acha o Branding dispensável? Saiba o que sua empresa perde

Uma marca tem que parecer um amigo. Com essa frase, o presidente da cadeia Starbucks, Howard Schultz, tenta explicar o sucesso de sua empresa, que começou como uma loja de grãos de café e hoje é uma rede mundial de enorme popularidade. E esse processo de construção de uma marca, até que ela pareça um amigo, nada mais é do que o branding.

Trata-se de um conceito que envolve muito mais do que o logotipo de uma empresa. O branding está relacionado com toda a experiência do cliente, desde a identidade visual pela qual ele é impactado até a maneira como é atendido em uma loja, por exemplo. Enfim, a marca é a maneira como a empresa é percebida pelo consumidor.

Trata-se de um conceito amplo, porém indispensável para sua empresa. Siga a leitura do post e descubra tudo o que o branding pode fazer por você!

O que sua empresa ganha com o branding?

O grande desafio do branding é fazer com que o cliente não apenas reconheça a marca, mas imprima a ela certos valores intangíveis, como honestidade, segurança e inovação.

Com isso, o consumidor passa a atribuir valor à marca, aceitando, inclusive, pagar um preço mais alto por seus produtos.

Os clientes também se tornam leais — um dos maiores trunfos que uma empresa pode ter. Aqui, vale destacar que consumidores leais, que sempre voltam a comprar de determinada marca, passam a ser seus defensores nas redes sociais ou outros canais de comunicação, sempre recomendando os produtos ou serviços da empresa.

Tudo isso faz com que o valor da organização como um todo aumente consideravelmente!

Como montar uma estratégia de branding?

A construção de uma marca deve incluir elementos necessários para uma comunicação assertiva e, ao mesmo tempo, emocional, já que o branding, como vimos, deve imprimir valores subjetivos à marca. Para isso, alguns passos são fundamentais:

DNA do negócio

É muito importante que seu cliente saiba quem é você. Para isso, nada melhor do que uma mensagem clara e simples, sem pretensões grandiosas.

Nesse sentido, a identidade visual ajuda muito. Por isso, deve ser cuidadosamente planejada a partir do DNA do negócio e de seu público-alvo.

Diferencial

A marca ajuda a empresa a se sobressair em meio à concorrência. Em uma mercado onde há milhares de organizações similares, a construção de uma identidade única, de uma personalidade, é fundamental para se destacar na multidão. Explique claramente qual é o seu diferencial.

Conexão

A compra é uma experiência emocional. Uma estratégia de branding eficaz deve despertar os sentidos, as emoções. Uma publicidade de carros, por exemplo, trata mais de conceitos como segurança e momentos agradáveis em família do que de detalhes técnicos do veículo. Já reparou nisso?

Marketing

Uma boa estratégia de marketing consegue reunir todos esses itens fundamentais e aumentar o valor da marca, para que ela seja reconhecida e vire até mesmo sinônimo do produto, como já aconteceu com muitas empresas.

Sendo assim, o apoio de uma agência é de grande importância. Ela poderá trabalhar não só na construção da marca a partir de uma ideia forte, mas também na manutenção de sua reputação.

Enfim, o branding é capaz de tornar a marca um patrimônio valioso para a empresa e, ao mesmo tempo, aumentar o seu valor. Gostou de nossas dicas? Quer saber mais sobre esse e outros assuntos ligados ao marketing? Então, curta nossa página no Facebook!

A importância do planejamento para fazer a empresa crescer de forma sustentável

Para fazer a empresa crescer, o planejamento deve ser um roteiro formalizado, capaz de descrever como sua organização executará a estratégia escolhida. Além disso, ele deve apontar a direção para a qual o negócio deseja ir e mostrar o que fazer para chegar lá.

O planejamento estratégico tanto pode englobar a organização como um todo quanto focar em uma área ou departamento relevante.

Neste artigo, vamos mostrar a importância de um planejamento de negócio inteligente, pensado a longo prazo, para alcançar um crescimento sustentável e garantir o sucesso da sua empresa por mais tempo. Boa leitura!

A importância do planejamento

O objetivo principal do planejamento é conectar-se à missão, à estratégia e aos objetivos da empresa, abordando estas três questões:

  • missão: qual é o nosso propósito?
  • visão: o que queremos alcançar?
  • estratégia: Como é que vamos chegar lá?

Talvez a razão mais óbvia para se engajar na elaboração de um planejamento de negócio é o fato de que ele fornece direção e foco, por meio de um documento escrito e acessível a todos os envolvidos.

Com a articulação perfeita desses 3 elementos, é possível desenvolver um planejamento que guie seu negócio ao sucesso.

O papel do alinhamento organizacional

Ter todos os envolvidos participando do planejamento ajuda a manter a motivação e cria a oportunidade perfeita para abrir a discussão sobre os futuros rumos da empresa. É por essa razão que um planejamento inteligente:

  • contribui para a transformação cultural da empresa.
  • impulsiona o alinhamento entre diferentes equipes;
  • aperfeiçoa a capacidade, em cada colaborador, de tomar melhores decisões.

Além disso, esse processo estimula a troca aberta e criativa de ideias, incluindo a resolução de conflitos e elaboração de soluções eficazes.

A maioria das empresas possui colaboradores dedicados, mas que colocam seus melhores esforços em áreas que não possuem nenhum efeito prático para o sucesso estratégico ou para a realização de metas e objetivos importantes.

As ações para fazer a empresa crescer

Antes de iniciar, confira as dicas a seguir; você pode utilizá-las como um guia rápido para obter o máximo de seu processo de planejamento de negócio:

  • reúna um grupo heterogêneo, mas apropriado para ser a sua equipe de planejamento;
  • estimule o pensamento estratégico de longo prazo entre os seus colaboradores;
  • obtenha o comprometimento total de todos na empresa;
  • incentive a troca de ideias, o feedback e o diálogo aberto e livre — sempre realizados de forma respeitosa e profissional —, independentemente da posição de cada pessoa dentro da organização;
  • torne seu planejamento possível, dentro da realidade do negócio;
  • defina claramente os próximos passos a serem dados;
  • mantenha seu plano flexível e aberto a atualizações periódicas;
  • torne o planejamento a regra, e não a exceção.

O planejamento de negócio permite enxergar os desafios diários sob uma perspectiva diferente, contribuindo para lidar com eles de uma forma mais organizada.

Ao aplicar essas dicas, você compreenderá melhor como seus negócios são afetados por cada um de seus problemas. Dessa forma, será mais fácil fazer a empresa crescer e controlar o próprio destino.

Gostou do artigo? Então, curta nossa página no Facebook e fique atento às próximas publicações: nós sempre temos novas ideias para desenvolver seu negócio!

Entenda a importância de fazer o registro de patentes

Se você teve uma ideia inovadora ou lançou um produto novo no mercado, nada mais justo do que ter os direitos sobre a exploração deles, certo? Só que essa proteção ao direito do inventor não é automática; ela só acontece com o registro de patentes. E não necessariamente a sua invenção se enquadrará nos critérios para consegui-la.

Quer entender como isso funciona e a qual importância para o seu negócio? Confira o nosso artigo!

O que é o registro de patentes?

É a proteção jurídica contra o uso e a cópia indevida de invenções e tecnologias que sejam novidade, atividade inventiva, ou seja, que não sejam decorrências óbvias para os técnicos da área.

Também é necessário que as invenções a patentear tenham aplicação industrial: sejam passíveis de utilizar ou produzir em qualquer tipo de indústria.

O que pode ser patenteado?

É possível patentear quase tudo que atender aos três critérios: 

Novidade

Para ser novidade, a invenção — seja ela um produto ou um processo — não deve ter sido divulgada publicamente até o depósito do pedido de patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Atividade inventiva

Uma atividade inventiva não pode ser uma inferência óbvia para um técnico no assunto. Ou seja, não pode ser uma mera conclusão ou modificação de algo que já é conhecido.

Aplicação industrial

Por fim, para apresentar aplicação industrial, o produto ou processo deve ser suscetível de produção ou utilização na indústria.

Não podem se enquadrar nessas categorias:

  • teorias científicas e métodos matemáticos;
  • concepções abstratas;
  • esquemas e métodos comerciais, contábeis, financeiros, educativos etc;
  • obras literárias, arquitetônicas, artísticas e científicas;
  • programas de computador;
  • técnicas e métodos cirúrgicos;
  • métodos terapêuticos ou de diagnóstico;
  • substâncias e misturas de qualquer espécie, nem a modificação de suas propriedades físico-químicas.

Por que registrar sua patente?

O registro da patente assegura ao seu titular o direito de impedir que terceiros produzam, usem, vendam ou importem sua invenção sem sua autorização, sob pena de serem processados civil e criminalmente.

Por exemplo, você e seus amigos tiveram uma ideia super inovadora e decidiram criar uma startup para torná-la realidade. Largaram os antigos empregos e investiram no negócio, que agora está fazendo muito sucesso.

Imagine um outro grupo de amigos simplesmente se apropriar do produto de sua startup e começar outra empresa concorrente? Patentear o seu produto poderia evitar essa dor de cabeça e frustração.

Como funcionam as patentes?

São três tipos de patentes:

  • De invenção (PI), quando a criação candidata é atividade inventiva, novidade e tem aplicação industrial. A validade é de 20 anos a partir da data do depósito;
  • Certificado de Adição de Invenção (C), quando for realizado apenas um aperfeiçoamento ou um acréscimo a objeto de invenção já patenteada, mas com o objetivo de proteger o produto também com essa parte nova. Por ser somente tutela acessória à patente, sua validade é a data final de vigência da patente original;
  • De Modelo de Utilidade (MU), quando a invenção é um objeto de uso prático — ou parte de um — para aplicação industrial. Nesse caso, o objeto também deve obedecer aos requisitos de novidade e inventividade, além de suceder em melhoria funcional em seu uso. A validade é de 15 anos, a contar da data do depósito.

Para registrar qualquer uma delas, o processo é burocrático e minucioso, por isso o ideal é contar com uma consultoria especializada no assunto.

Mas, para começar todo o procedimento, primeiro procure saber se sua ideia já existe. É possível conferir, no site do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, por meio do Sistema Eletrônico de Gestão da Propriedade Industrial (e-INPI) se ela já foi registrada anteriormente.

Os próximos passos são os mais delicados:

  • o preenchimento de um formulário com todos os detalhes de sua criação: 
    • a técnica utilizada;
    • os problemas que sua invenção resolve;
    • as suas reivindicações como inventor;
    • em alguns casos, os desenhos para a criação;
    • um resumo;
  • o depósito do pedido;
  • a solicitação de exame dele depois de 18 meses de sigilo;
  • e o pagamento da retribuição.

Está pronto para começar o processo de registro de patentes de suas criações? Se este artigo ajudou você, curta a nossa página no Facebook e acompanhe todos nossos conteúdos!

4 passos essenciais para construir sua presença online

Com o crescimento da força da Internet no Brasil, muitas marcas buscam espaço no ambiente digital. Sei que é o sonho de todos os empresários ter um negócio com uma presença online eficiente, mas ainda são poucos que conseguem esse feito.

Isso se deve, muitas vezes, à falta de conhecimento de gerentes e empreendedores que acreditam estar preparados para definir estratégias e alcançar resultados positivos na Internet.

A verdade, contudo, é que construir uma presença online não é fácil. Por isso, produzi este conteúdo com 4 passos essenciais para que você tenha sucesso no ambiente digital. Confira!

1. Conheça o seu público-alvo

Você sabe quais são os desafios que os potenciais clientes da sua empresa enfrentam? Quais são seus principais gostos, objetivos e características? Se não, aconselho que você procure se informar sobre isso agora mesmo, a fim de conhecer o seu público-alvo.

Pode parecer que não, mas, quando definimos uma estratégia sem conhecer o perfil dos clientes, existem grandes chances de os resultados serem negativos.

Então, para que isso não aconteça com a sua empresa, o ideal é que você tenha resposta para todas as perguntas que mostramos neste tópico — e que saiba todas as características do seu público-alvo.

2. Coloque sua empresa no Google Maps

Se você não sabe, o Google Maps é um serviço gratuito, que utiliza a localização dos mapas geográficos. Isso significa que, ao colocar a sua empresa nessa ferramenta, os clientes poderão encontrá-la facilmente e, além disso, ela terá uma posição privilegiada no Google.

Demais, não é mesmo? Além desses benefícios que citei, fazer um cadastro para que a sua organização apareça nesse serviço é fácil. Assim, a sua marca terá uma presença online muito mais eficiente!

3. Utilize o Facebook como canal de comunicação

Se você quer construir uma boa presença online, lembre-se de que a comunicação é tudo. Se um cliente não tiver um canal para ver feedbacks ou até mesmo fazer uma reclamação, sua empresa, consequentemente, já perderá credibilidade.

Para que isso não aconteça, o ideal é que você crie uma página no Facebook e avise para os consumidores que qualquer sugestão ou reclamação pode ser efetuada por lá, visando sempre oferecer uma boa experiência para o usuário.

Se a sua marca estiver presente nessa rede social, ela terá grandes chances de ter um bom posicionamento diante da concorrência. 

4. Invista em Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo é uma estratégia que as empresas utilizam para produzir conteúdos relevantes para o seu público-alvo. Por meio dessa técnica, é possível auxiliar os clientes em todo o processo de compra e atrair cada vez mais consumidores.

Isso significa que, por meio do conteúdo de um blog e de materiais ricos — como infográficos, vídeos e e-Books —, sua organização facilitará a vida do consumidor, que passará por todo um processo de convencimento até chegar ao momento em que estiver preparado para efetuar uma compra.

Só para você ter ideia da importância desse item, segundo dados divulgados pela Content Trend, pesquisa realizada pela Rock Content em 2016, cerca de 70% das empresas brasileiras já utilizam o Marketing de Conteúdo como estratégia para aumentar o engajamento de suas marcas na Internet.

Gostou de saber os passos essenciais para construir uma presença online? Para ter acesso a mais conteúdos como este, assine a Newsletter!

Design Thinking: entenda o que é e como pode beneficiar sua empresa

Quando pensamos em design, imediatamente somos levados ao mundo dos projetos gráficos, layouts, logotipos e todo tipo de comunicação visual, não é mesmo? No entanto, ao longo dos últimos anos, um novo conceito da área vem ganhando visibilidade também no mundo dos negócios: o design thinking!

Você sabe o que é? Não?

Então, continue lendo o nosso post e descubra!

O que é design thinking?

Na era digital, inovar é uma maneira de se manter competitivo no mercado. Os modelos de negócio não são mais os mesmos da era industrial e têm mudado tão rapidamente que as empresas precisam de agilidade para identificar tendências, criar um planejamento viável e atender ao que os consumidores buscam.

Mas trazer inovação para os negócios não é tão fácil quanto parece. A maioria dos profissionais são formados por conceitos e práticas preestabelecidas, aprendidas na graduação ou em experiências anteriores — o que torna difícil “sair da zona de conforto” e pensar diferente da maioria.

E é aí que entra o design thinking. Na tradução literal, o conceito oriundo do inglês, significa “pensamento de design”.

No mundo dos negócios, essa abordagem utiliza os mesmos métodos e práticas do design para dar vida as ideias, estabelecer estratégias diferentes do que já existe, melhorar a abordagem com o cliente, criar produtos e serviços que tragam valor e, principalmente, promover a inovação nas empresas.

Na prática, é pensar “fora da caixa”, utilizar estratégias criativas e testar a viabilidade delas diretamente com o consumidor.

Onde o design thinking pode ser aplicado nas empresas?

No Brasil, as práticas dessa abordagem são vistas nos negócios mais arrojados e, principalmente, nas startups — já criadas sob o ponto de vista da inovação. No entanto, mesmo que o seu negócio seja moldado sob um modelo mais tradicional, não tenha uma estrutura gigantesca, um núcleo de marketing ou um específico de inovação, é possível implementar as estratégias do design thinking em qualquer setor que exija uma visão mais criativa.

O seu passo a passo consiste em:

  • imergir no cenário da empresa e do mercado em que ela se insere, e avaliar os desejos do consumidor que podem virar oportunidades lucrativas para a empresa;
  • criar ideias colaborativas;
  • criar protótipos para essas ideias e testar a sua viabilidade; e
  • finalmente, colocá-las em prática!

Essa perspectiva pode ser aplicada em diversas áreas e setores de uma organização, como por exemplo:

  • no desenvolvimento de estratégias de comunicação e persuasão pelas equipes de vendas, marketing, publicidade e social media;
  • na identificação de processos que precisam de melhorias pelo núcleo estratégico;
  • na análise de padrões que dão certo;
  • na busca por soluções inovadoras e
  • no processo criativo do setor de desenvolvimento de produtos. 

Quais são os benefícios do design thinking para um negócio?

O design thinking não é uma metodologia preestabelecida, mas sim uma abordagem que permite que os profissionais saiam da sua zona de conforto e enxerguem possibilidades realmente promissoras na criação de produtos e serviços que atendam verdadeiramente os desejos e necessidades do consumidor.

Seus valores são baseados em 3 ações básicas: compreensão, experimentação e colaboração. E essas ações podem trazer uma lista ampla de utilidades para as empresas, mas os principais benefícios do design thinking destacaremos a seguir.

1. Aprimora a experiência do consumidor

Na criação de novos produtos e serviços, as organizações precisam se reinventar continuamente e estimular a interação com o público. Afinal, mesmo que você tenha uma ideia genial, ela só será viável se for útil e gerar valor para quem a consome.

Utilizar o design thinking é uma maneira de identificar novas utilidades para produtos que já existem, identificar as necessidades do público e estimular equipes de trabalho a atuarem em conjunto para melhorar a sua experiência.

2. Prevê tendências para o futuro

Ao pensar sobre o que é o design thinking, muitos especialistas o definem como um processo de descobertas, que permite que os profissionais olhem para cenários que ainda não foram desenhados.

Negócios que adotam esse modelo não se acomodam. Pelo contrário, estão continuamente mudando seus processos e modelos para entender o que o mercado deseja, a fim de criar um ambiente colaborativo e uma vantagem competitiva trazida pela inovação.

Ter essa mentalidade é essencial não apenas para prever tendências para o futuro, mas para aplicá-las rapidamente antes da concorrência.

3. Estimula a criatividade

O design thinking permite que as empresas criem um ambiente livre para a troca de ideias entre os colaboradores.

Esse brainstorm estimula a criatividade, algo diferencial para a criação de soluções inusitadas e busca por caminhos nunca antes explorados — mesmo diante das cobranças do mercado e pressão por resultados.

Diferentemente do que muitos pensam, a criatividade não é uma característica presente apenas nos designers: ela está em todos os profissionais, basta encontrar o estímulo certo para trazê-la à tona.

4. Possibilita mudanças com baixo custo-benefício

O design thinking se preocupa com toda a viabilidade e realidade financeira do negócio. Afinal, não basta criar um produto ou serviço atraente para o público se ele não for economicamente viável para a empresa e para esses consumidores.

A implementação das suas ferramentas e conceitos também possui um custo-benefício muito baixo comparado a outras metodologias do mercado. Uma mudança na cultura organizacional não exige altos investimentos e pode trazer resultados gigantescos.

5.Traz respostas e promove a colaboração

Muitos problemas na criação de projetos e produtos residem em inovar sem pensar na viabilidade para o cliente. Se algo novo não é útil para o consumidor, ele é apenas uma invenção.

Identificar esses problemas é algo essencial para as empresas no gerenciamento de crises e melhoria das atividades. E é aí que o design thinking se torna um importante aliado.

Seu diferencial é envolver todos os agentes interessados em um projeto. Mesmo com mentalidades distintas, todos são importantes para ter uma visão mais completa sobre a empresa, fornecer ideias, propor melhorias e trazer diversas respostas — desde a criação de um produto até o melhor nome para uma marca, por exemplo.

Aqui esclarecemos alguns pontos principais, e destacamos os principais benefícios da metodologia para os negócios.

E então, ficou mais fácil entender o que é design thinking?

Não deixe de curtir a nossa página no Facebook para acompanhar outros posts sobre o tema!

Modismo ou tendência, você sabe a diferença?

Sabe quando de repente vários negócios com uma mesma atividade começam a surgir na sua cidade e você pensa “lá vem mais uma modinha”?

Pois é, talvez seja um modismo mesmo, ou talvez seja uma tendência de mercado, mas em vez de ficarmos julgando que tal alinhar o entendimento conceitual a cerca dessas duas palavras?

Afinal, não são sinônimos?

Não!

Não no universo mercadológico.

De acordo com Kotler e Keller, moda é algo que surge e desaparece em um curto período de tempo, não tem relevância política, econômica ou social.

Aliás, aqui vai um exercício de observação: identifique um novo meme nas redes sociais. Você verá que todo mundo vai falar sobre ele durante 1 ou 2 dias e depois vai sumir ou ser substituído por um novo. Comente depois de 2 semanas com um amigo, se ele lembrar do meme, provavelmente a resposta não terá empolgação e você se sentirá intimidado por ter cometido uma “gafe”.

Enquanto uma moda nos anos 90 durava meses ou anos, hoje uma moda pode se esgotar em dias. A instantaneidade da comunicação e a quantidade de informação contribuiu para um processo mais rápido de assimilação e descarte de conteúdo.

Sendo assim, a moda é como um interesse temporário dos consumidores, cuja atenção foi despertada por alguma referência (uma pessoa influente, por exemplo). Logo cairá no desuso, no esquecimento, se tornará brega, cafona e se for um produto poderá ficar encalhado na prateleira.

Está bem claro o que é modismo no mercado? Ok, vamos passar para tendências!

Novamente, utilizando os conhecimentos de Kotler e Keller, na conceituada Bíblia do Marketing: “Tendência é um direcionamento ou uma sequência de eventos com certa força e durabilidade. Mais previsíveis e duradouras, as tendências revelam como será o futuro e oferecem muitas oportunidades”

– Como assim? Não entendi nada.

Vamos lá! Primeiramente, nada tem a ver com um grupo de empresa, mas sim com comportamento dos seres humanos. Como os teóricos dizem, a tendência é duradoura, causa impacto econômico, social e político, e é o ponto de partida para grandes mudanças.

Provavelmente, para uma empresa que foi pioneira em uma tendência, houve investimento em estudos de mercado e vários testes com o perfil de cliente potencial. Se esse não foi o caso de uma empresa que você conhece, temos que aceitar que o empresário foi um gênio dotado de grande visão holística e capacidade de realização (sim, essas pessoas existem, são raras, mas eles mesmos consideram essa atitude um risco e um erro de principiante).

Para que fique mais claro o conceito de tendência é melhor utilizarmos os modelos de negócios como exemplos, afinal eles são produtos das tendências.

Barbearia/Bar, é uma tendência? NÃO, a tendência é a valorização estética por parte dos homens, a metrosexualidade, a aceitação por parte da sociedade que o homem pode ser sim vaidoso.

Food truck, é uma tendência? NÃO, a tendência é a valorização da alimentação móvel, o aumento da alimentação fora do lar, a falta de tempo para fazer as refeições… resumidamente: eu, cliente, quero comprar o lanche e comer enquanto continuo meu trajeto; eu quero comer algo barato e rápido, porque se eu tivesse dinheiro e tempo iria a um restaurante.

Pub, é uma tendência? NÃO!

Essa eu deixo com vocês. Reflitam sobre a origem desse modelo de negócio e a que tendência ele visa satisfazer ou estimular.

O ponto chave desse texto é: Você já havia se questionado sobre o quão perigoso pode ser o investimento em algo apenas porque o modelo está em evidência?

De quantas pessoas você já ouviu a famosa frase “se abriu mais um é porque está dando dinheiro”?

Não se deixe levar pela ansiedade de abrir um negócio próprio, estude o mercado, aprenda a ler as entrelinhas, converse com os possíveis consumidores, peça ajuda aos profissionais, vá para a rua, pergunte!

E para você que se sente incomodado com as várias empresas que surgem oferecendo a mesma coisa, não se sinta assim… eles estão correndo atrás de um sonho, estão colocando a cara à tapa, estão dando oportunidade de trabalho para várias pessoas, estão movimentando o mercado. Haverá um momento em o que esse mesmo mercado, que inicialmente era tão generoso, irá saturar, e nesse ponto é que se separarão os “homens dos meninos”.

Saiba como fazer o planejamento estratégico para a empresa em 2017

Você deve concordar que todo início de ano possui uma energia especial, que não pode ser desperdiçada. É uma sensação de renovação, recomeço, mudança… Para os empreendedores, essa é uma excelente oportunidade para revisar o Planejamento Estratégico do negócio, afinal, já sabemos onde acertamos e erramos no ano passado, e onde ou como podemos melhorar o desempenho da empresa neste ano que inicia.

Muitos, no entanto, não sabem por onde começar um bom planejamento e, para piorar: com o anúncio de economistas e do próprio governo federal de que a economia apresentará sinais de melhora ainda este ano, a reformulação do planejamento se torna essencial. O que fazer diante desse novo cenário? É o que pretendemos responder nesse post!

Confira algumas dicas sobre como fazer o planejamento estratégico!

Faça o mapeamento do ambiente

Todo planejamento estratégico precisa começar com um mapeamento dos ambientes interno e externo. Chamamos essa tarefa de análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities and Threats), ou, em português, análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças). Basicamente, a ideia é reunir todas as informações necessárias para a tomada de decisão.

  • Ambiente interno: avaliaremos as Forças e Fraquezas da empresa. Pontos como a qualidade da equipe, finanças, resultados do departamento de marketing, entre outros, são prioridades;

  • Ambiente externo: depois é chegado o momento de olharmos para o lado de fora da empresa, ou seja, as Oportunidades e Ameaças apresentadas pelo mercado. É fundamental conferir as projeções de especialistas, por exemplo, bem como ficar atento para as oportunidades que estão dando sopa para a nossa empresa no mercado, além de abrir bem os olhos para para ameaças que ainda não estão presentes em nosso radar, por exemplo, uma possível mudança na legislação, uma prática inovadora de um concorrente. O importante é se manter atento.

Defina objetivos e metas inteligentes

Outro ponto importante durante o planejamento da empresa é saber onde nós queremos chegar e quais metas iremos definir para atestar que atingimos esse objetivo. Nessa atividade, é importante tomar cuidado para que as metas não sejam irreais, caso contrário, além do time não conseguir alcançá-las, pode também se desmotivar por conta da impossibilidade de concluir o que foi proposto.

Para definir metas, portanto, é preciso seguir o padrão de metas SMART ou, em português, metas inteligentes. A palavra SMART também funciona como uma sigla onde cada letra possui um elemento indispensável, ou seja, sua meta precisa ser eSpecífica, Mensurável, Atingível, Relevante e Temporal.

Repense suas estratégias de marketing

Como vimos, as previsões de alguns economistas e do governo federal apontam para uma melhoria na economia ainda em 2017, o que é muito bom, mas só para quem está atento. Isso demonstra que os consumidores tendem a ser mais otimistas e gastar mais – tomara que seja com a sua empresa, né? Diante desse cenário, é importante apostar em marketing para não perder nenhuma oportunidade.

Deste modo, procure por parceiros que possam contribuir com a sua empresa em setores que você percebeu que podem melhorar. Por exemplo, que tal uma agência que entenda as suas necessidades e, principalmente, o perfil da sua clientela? Assim, você certamente poderá se aproveitar desse novo momento da nossa economia. É importante ressaltar que o marketing não é custo e sim, um investimento fundamental para a manutenção da sua empresa.

Lembre-se “quem não é visto, não é lembrado.”

Realize projeções para o ano

Por fim, para passar esse ano de 2017 preparado, é muito importante que você realize projeções financeiras e de resultados pretendidos para cada período do ano. Para isso, você precisa verificar o histórico dos fluxos de caixa da empresa para realizar esse tipo de estimativa e, assim, evitar qualquer imprevisto durante o ano. Use o bom senso, nem muito pessimista, nem muito otimista.

Vale lembrar que as projeções de especialista no assunto também são importantes, principalmente quando falamos de instituições renomadas da sua área de atuação. Por isso, fique atento ao que o mercado e os especialistas estão falando.

Gostou do post de hoje? Então assine a nossa newsletter e fique por dentro de muito mais!

Curso de Business Model CANVAS??

Se você já participou de algum evento na área de empreendedorismo que o engaje a criar startup ou outro modelo de empresa, então você já foi apresentado brevemente ao Business Model CANVAS.

Se você ainda não ficou cara a cara com um, não se preocupe, você ficará.

O CANVAS é um esquema que visa criar e entregar valor para o segmento de clientes que você pretende atender. Em poucas palavras, ele vai te fazer enxergar a empresa dos seus sonhos a partir de 9 blocos preenchidos com post-its, ele será o seu mapa e condensará a essência do seu projeto.

CANVAS
Exemplo de Business Model Canvas. Fonte: Vindi Ideias e Inovação.

Se antes as pessoas precisavam de muitas páginas e dias para explicar como seria o modelo do seu negócio a partir do marketing, do operacional e financeiro da empresa, hoje em algumas horas você tem um CANVAS cujo resultado pode ser capaz de convencer os investidores de que sua futura empresa merece uma chance no mercado.

A Vindi possui uma vasta experiência na aplicação da ferramenta, são mais de 300 negócios otimizados ou criados a partir do mapeamento e cocriação de valor. Agora queremos compartilhar esse conhecimento e contribuir para a criação de modelos de negócio inovadores na cidade de Belém, mas para isso precisamos conhecer VOCÊ, suas expectativas e disponibilidades.

Queremos lapidar um curso especialmente para você e fazer com que você saia de um workshop com a certeza de que é capaz de se debruçar sobre uma ferramenta como o CANVAS e explorar novas oportunidades que surgem na sua cabeça, e o que é melhor: dar o primeiro passo para que sua ideia seja viável para o mercado.

Tem interesse em participar de um workshop de CANVAS da Vindi? É só preencher o formulário clicando aqui!

 

 

Evite os 5 erros mais comuns dos empreendedores iniciantes

Olá, tudo bem?

Empreendedores em início de carreira tendem a ter mais emoção do que razão em suas decisões, e isso é bom! Agora como evitar que isso leve a erros graves? Este é o tema do post de hoje 🙂

Quando iniciamos no mundo dos negócios, muitas vezes não sabemos muito bem por onde realmente começar, o que fazer ou o como fazer. Nos sentimos perdidos e com a sensação de que somos os únicos a passarem por isso. Neste começo, infelizmente, é comum cometermos alguns erros que podem prejudicar a empresa, independente se ela esteja surgindo do zero ou já seja consolidada no mercado – como um negócio familiar, por exemplo.

Sabendo disto, relacionamos os 5 (cinco) erros mais comuns cometidos por iniciantes, e que você pode e deve evitar! Com este conhecimento, você poderá iniciar sua carreira empreendedora de forma mais saudável e sustentável, além de se colocar um passo à frente da concorrência.

Vamos lá?

1. Falta de planejamento

Esse é um erro clássico cometido por muitos empreendedores – não apenas os iniciantes. A falta de planejamento ou mesmo um planejamento insuficiente pode trazer sérias consequências ao negócio, pois sem uma estratégia clara, com objetivos e metas bem definidas se torna mais difícil conseguir chegar a algum lugar. Ainda mais se não sabemos que lugar é este, não é mesmo?

Portanto, se você já abriu o seu negócio ou acabou de assumir uma função estratégica dentro de uma empresa, separe um tempo para se planejar. Comece escrevendo em um papel (ou onde você preferir) os planos estratégicos relacionados as seguintes áreas principais:

  • Operacional: metas de venda e como funcionará a estrutura do negócio em si;
  • Financeiro: capital de giro, despesas fixas e variáveis, metas de faturamento e captação de recursos, táticas de redução de despesas, pró-labore e etc.;
  • Marketing: falaremos mais adiante sobre a sua importância.

2. Pouco conhecimento sobre o mercado

Segundo erro clássico. Antes de abrir o próprio negócio ou empreender em uma empresa familiar já estruturada, é importantíssimo o conhecimento sobre o mercado em que irá atuar! Se você não se atentar a isso e aprofundar seu conhecimento na área, o seu negócio/produto/serviço corre um sério risco de ser engolido ou mesmo aprimorado e vendido pela concorrência.

Conhecer o mercado e as tendências futuras irão te ajudar a traçar objetivos mais sólidos e a criar estratégias e lançamentos mais precisos para atingir em cheio o público de seu interesse, que está cada dia mais exigente e antenado com as novidades do mundo inteiro.

3. Não validar a ideia ou o produto antes de ser lançado no mercado

É comum encontrarmos empreendedores que acreditam que a parte mais fácil do negócio é lançar um produto ou serviço (em grande escala) no mercado. Eles estão tão convictos do potencial de sua ideia, que não percebem o grande risco em que podem estar inserindo o negócio (ainda mais se já estiverem incorrendo nos erros anteriores).

Portanto, antes de fazer altos investimentos, comece aos poucos e teste a sua ideia em uma escala menor. Você pode começar avaliando quem é o seu público-alvo e onde estão; oferecendo o produto ou serviço na faculdade, no trabalho, no bairro ou em áreas da cidade; definindo um preço que acha justo ser cobrado; escolhendo os canais para a venda/entrega e assim por diante.

Nesse tempo, identifique o que está dando certo (e errado), solicite feedback, faça os ajustes que julgar necessário, teste novamente e avalie o que ainda precisa ser modificado antes do lançamento oficial. Preste muita atenção no que o seu público está dizendo sobre seu produto/serviço, afinal, eles serão seus futuros clientes.

4. Não estar aberto a mudanças é um dos grandes erros de empreendedores

Apesar de ser difícil, na fase inicial de um negócio, precisamos ter um pouco de desapego. Muitas vezes o cenário que idealizamos não se concretiza ou a ideia que lançamos não é bem aceita como gostariamos, por isso precisamos ter um plano B! Há todo momento devemos lembrar que o mundo está em constante evolução e, o que ontem era novidade e sucesso de vendas hoje pode ser tornar obsoleto e apenas uma lembrança.

Atualmente, em qualquer área de atuação é necessário sempre repensar as formas de produtos e serviços que são oferecidos e ficar de olho nas tendências e concorrentes. Não estar aberto as mudanças é um erro que pode implicar diretamente na falência do negócio. Grandes empresas como Xerox, 3M e LG  já tiveram que mudar seus planos para se adaptarem aos novos tempos, por que você não poderá faze-lo?

5. Não ter um planejamento estratégico de marketing e divulgação

Diariamente em todo o país são abertos milhares de novos negócios. O que significa que, apenas ter uma grande e boa ideia não representa o mesmo que ter sucesso e reconhecimento imediato. Pelo contrário, significa ter mais trabalho e esforço para conseguir conquistar e manter o público interessado.

Como já citamos, antes de mais nada é preciso ter planejamento! É preciso saber quem é o seu público de interesse, onde estão, o que fazem e como se comportam; é preciso saber quem são, onde estão e o que fazem seus concorrentes; é preciso ter um produto/serviço definido e com diferenciais claros; é preciso saber qual será o seu raio de atuação e como será sua distribuição… é preciso saber inúmeras variáveis antes mesmo de pensar em como será sua divulgação.

Para se tornar conhecido no mercado não basta divulgar em todos os canais [isso pode ser perda de tempo e dinheiro], deve-se primeiramente pensar estrategicamente sobre cada um deles, no qual poderá proporcionar maior retorno para o negócio e no qual atingirá o cliente efetivamente. Pensar que além de ser necessária a presença da marca no seu local de atuação também é necessário pensar no marketing digital, pois a empresa também precisa estreitar a relação com os clientes.

Sabemos que abrir ou assumir um negócio não é fácil! Portanto, planeje com cuidado e evite esses erros comuns de empreendedores.

Quer saber mais por onde começar? Venha tomar um café e bater um papo com a agente!